MBT CORE — ROTEIRO DE VALIDAÇÃO DA TRILHA COM PROFISSIONAIS DE RH Material de planejamento · versão de 10/10/2026 STATUS: teste ainda não realizado. Este roteiro não contém depoimentos, resultados de alunos, evidência comercial ou comprovação de eficácia. Preparar o roteiro não equivale a recrutar, contatar ou entrevistar pessoas. OBJETIVO Verificar se participantes conseguem aplicar os conceitos, justificar uma decisão e produzir um primeiro ciclo revisável. Identificar onde o conteúdo, os desafios, os arquivos e a passagem para a demonstração geram dúvidas. PERGUNTAS DE VALIDAÇÃO - A pessoa distingue indicador, interpretação e decisão? - Consegue reproduzir contas e perceber o efeito de composição? - Usa os critérios para revisar uma recomendação? - Constrói questionário, leitura, ação, devolutiva e revisão coerentes? - Encontra o cenário de análise na demonstração com o perfil adequado? - O projeto ajuda numa tarefa que existe no seu contexto de trabalho? PARTICIPANTES A CONVIDAR Planejamento editorial inicial: cinco a oito profissionais, com experiência variada em pesquisas de clima e responsabilidade por planejamento ou análise. É uma amostra qualitativa de conveniência, não representativa do mercado. Registrar experiência por faixas e papel, sem coletar nomes de empresas, dados sensíveis ou dados de colaboradores. Participação voluntária. Convites e agendamento precisam ser feitos separadamente por quem os autorizar. Não tratar adesão ao teste como concordância com divulgação de depoimento. PREPARAÇÃO - Disponibilizar índice, desafios, modelo, exemplo e os dois CSVs. - Pedir uso exclusivo de cenários fictícios, sem upload de dados da empresa. - Definir se a leitura acontece antes ou durante a observação. - Prever sessão de observação de 45 a 60 minutos após a leitura; é duração planejada, ainda não medida. Não é promessa de conclusão integral do curso. - Explicar que o teste avalia o material e que a pessoa pode interromper. - Solicitar autorização específica antes de qualquer gravação. - Usar código de participante; registrar apenas o necessário. - Informar uso, acesso e retenção das anotações antes da sessão. ABERTURA SUGERIDA “Queremos observar como este material ajuda a analisar uma pesquisa e preparar um ciclo de escuta. Use os dados fictícios fornecidos. Conte o que está pensando e mostre o que faria. Dúvidas e dificuldades ajudam a revisar o material. Você pode interromper quando quiser. Não precisamos de dados da sua empresa.” TAREFA INICIAL — ANTES DE CONSULTAR AS EXPLICAÇÕES Apresentar os CSVs e pedir: 1. Calcule adesão e eNPS do primeiro ciclo. 2. Explique o que a queda agregada do caso de composição permite concluir. 3. Diga que informação verificaria antes de recomendar uma ação. Registrar raciocínio, conta, conclusão, dúvida e eventual ajuda solicitada. Não corrigir durante a tentativa inicial. Explicar que haverá feedback depois. OBSERVAÇÃO DO APRENDIZADO Pedir que a pessoa: 1. Escolha uma alternativa dos desafios antes de consultar a explicação. 2. Leia o feedback e diga se manteria ou revisaria a decisão, justificando. 3. Localize as bases e limites na explicação. 4. Complete o projeto com objetivo, questionário e regra de proteção. 5. Prepare leitura executiva, ação, devolutiva e revisão. 6. Use a rubrica e compare com o exemplo preenchido. 7. Abra o mesmo cenário fictício na demonstração do Pulse pelo caminho indicado, identifique perfil, base, indicador, plano e revisão. Não interpretar um clique bem-sucedido como compreensão; pedir explicação. Durante a observação, usar perguntas neutras: - “O que você está tentando fazer agora?” - “Qual informação sustenta essa conclusão?” - “O que poderia mudar sua recomendação?” - “O que este número não permite dizer?” - “Como outra pessoa revisaria seu projeto?” Evitar ensinar a resposta antes de observar a tentativa. RUBRICA EDITORIAL DAS ENTREGAS Para cada dimensão, marcar: 0 = ausente ou contraditória; 1 = parcialmente adequada, com pendência explícita; 2 = adequada e justificada com evidência no material. Dimensões: A. Objetivo e decisão coerentes. B. Contas, bases e unidades corretas; passivos incluídos. C. Composição e não resposta consideradas. D. Sinal, hipótese e causalidade separados. E. Questionário com itens e escalas claros. F. Proteção e recortes tratados conforme contexto. G. Ação com responsável, prazo, execução, efeito e revisão. H. Devolutiva clara, com próximo compromisso. I. Projeto compreensível por outra pessoa. Registrar a evidência que levou à avaliação; não usar apenas soma de pontos. A rubrica serve para revisar o trabalho e a formação, não certificar pessoas. Quando houver dúvida de avaliação, pedir revisão independente de uma segunda pessoa. REGISTRO DA SESSÃO — MODELO EM BRANCO Código: Experiência prévia por faixa: Leitura prévia realizada: Tarefa: Tentativa e evidência: Resultado observado: Ajuda necessária: Erro/dúvida: Revisão após feedback: Trecho/tela/arquivo relacionado: Tempo observado, se medido: Comentário voluntário: Próxima correção do material: INDICADORES DE ACOMPANHAMENTO Com denominador explícito e sem inventar resultados: - Quantas pessoas concluíram cada tarefa sem ajuda? - Quantas detectaram a composição antes da explicação? - Quantas revisaram uma conclusão e justificaram a mudança? - Quais dimensões da entrega ficaram incompletas? - Quais dúvidas se repetiram? - Quantas encontraram e explicaram o cenário correto na demonstração? - Quais partes foram usadas no projeto e quais ficaram sem utilidade percebida? Com cinco a oito pessoas, dar preferência a contagens e evidências qualitativas. Uma comparação antes/depois pode ser afetada por familiaridade, feedback, experiência prévia e diferenças de tarefa; não demonstra causalidade por si só. Não transformar satisfação declarada, conclusão do curso ou uma nota alta em prova de ganho de produtividade, redução de custos ou intenção de compra. ENTREVISTA FINAL - “Qual decisão você consegue justificar melhor depois do exercício? Mostre.” - “O que ainda impede usar este projeto no seu contexto?” - “Qual parte você precisou reinterpretar ou completar?” - “A demonstração ajudou a entender o processo? Em que tarefa?” - “Que informação faltou para avaliar se uma ferramenta atende sua necessidade?” - “Qual mudança no material mais ajudaria seu trabalho?” Registrar discordâncias; não selecionar apenas comentários favoráveis. REVISÃO DO MATERIAL APÓS O TESTE Classificar cada achado por tarefa afetada e evidência: - Erro de conta ou conclusão induzida: corrigir o conteúdo e rever a explicação. - Exposição ou promessa de proteção mal compreendida: rever texto e fluxo. - Atividade que só é resolvida após ajuda: revisar instrução, dado ou feedback. - Projeto incompleto: ajustar modelo, exemplo ou critério. - Desvio na demonstração: revisar link, perfil e orientação. - Sugestão isolada de preferência: avaliar sem tratar como necessidade universal. Relatório final do teste: Participantes e limites da amostra: Tarefas e condições: Resultados por tarefa com bases: Erros e dúvidas recorrentes: Mudanças efetuadas: Dúvidas ainda abertas: Próximo teste necessário: VALIDAÇÃO NO TRABALHO Se participantes optarem por aplicar o projeto, combinar acompanhamento separado, com autorização e sem receber dados individuais de colaboradores. Verificar o que foi executado, o que foi revisado e que limitações surgiram. Aplicação relatada e evidência de processo precisam ser distinguidas de impacto empresarial. Nenhum resultado real foi produzido por este roteiro.